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"Todo cirurgião plástico deve tentar focar em uma linha de procedimentos para o seu dia a dia. Isto favorece um bom desenvolvimento da atividade escolhida e contribui para uma maior qualificação". Júlio Riva


A formação do cirurgião plástico começa pela residência de cirurgia geral. São 2 ou 3 anos, dependendo das aspirações do médico. Quando se pensa em fazer cirurgia plástica, cirurgia vascular, urologia, neurocirurgia, ou seja, uma subespecialidade cirúrgica, normalmente o médico residente opta por fazer apenas 2 anos de cirurgia geral, pois não há a intenção deste em seguir na especialidade. Foi assim com o Dr. Júlio Riva também. Ele fez 2 anos de cirurgia geral no Hospital Universitário São José, em Belo Horizonte, nos anos de 2000 e 2001.

Em 2002 prestou prova para cirurgia plástica no Centro de Formação em Cirurgia Plástica do Hospital Mater Dei, também em BH, e ingressou neste serviço.


Sob a regência e tutela do Dr. Sebastião Nelson Edy Guerra, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (nacional) no biênio 2010 e 2011, iniciou seu aprendizado. Obviamente que sua formação foi totalmente voltada para a parte estética, pois sua residência foi praticamente dentro da clínica do Dr. Sebastião, onde 95% do que se pratica, como em qualquer clínica, são procedimentos estéticos.

No entanto, o C.F.C.P do Hospital Mater Dei mantinha parceria com outros centros de formação médica. Assim, Dr. Júlio Riva pôde desenvolver a parte reparadora nos estágios oficiais. Sendo eles:
1 – Cirurgia Plástica de urgência e emergência, no H. João XXIII – atendimentos a traumas e acidentes de toda ordem, em que se faz necessário a intervenção imediata do cirurgião plástico, como traumatismo de face, membros, reconstruções dos grandes traumas de partes moles, queimaduras, avulsões, etc.
2 – Cirurgia Plástica eletiva, no H. João XXIII – reconstruções e procedimentos eletivos, ou seja, cirurgias que podem ser realizadas de forma programada, em tempo bem posterior ao trauma.
3 – Cirurgia de mão, no H. Amélia Lins – reconstruções e tratamento eletivo dos traumatismos de mão.
4 – Cirurgia Bucomaxilofacial, no H. Amélia Lins – reconstruções e tratamento eletivo dos traumatismos ósseos da face.
5 – Queimaduras, no H. João XXIII – tratamento e seguimento eletivo dos pacientes queimados e suas sequelas
6 – Congênitos, no H. da Baleia – tratamento e seguimento eletivo dos casos de anomalias congênitas de toda ordem, como pacientes com fissuras lábio-paltinas, fissuras faciais, anomalias em membros, anomalias em orelhas, etc.

Como se vê, a cirurgia plástica é extremamente ampla, sendo impossível para qualquer ser humano, desenvolver com grande desenvoltura, todos os caminhos. No entanto, Dr. Júlio acredita que todo cirurgião plástico deve conhecer e saber se posicionar frente a tudo na cirurgia plástica, até para ter segurança e tranquilidade para encaminhar o caso em questão para um colega especialista naquele assunto.

Desta maneira, seu foco principalmente na parte estética da cirurgia plástica e principalmente no que se diz respeito a lipoesculturas, glúteos, próteses, abdominoplastias, mamas, face, nariz e orelhas. Tenho também vasta experiência em queimaduras, pois até hoje mantém vínculo com o H. Infantil de Vitória, onde realiza tratamento de crianças queimadas.